01 de Julho de 2009 - 18:47
MILHO
Vendedores baixam seus preços em MG para retomar negócios

A situação do milho no mercado é negativa. Os preços tendem a cair e poucos negócios são reportados na maioria das praças brasileiras devido à demanda retraída. No estado de Minas Gerais, os compradores voltam aos poucos para fechar negócios, porém os vendedores precisaram baixar seus preços. Nos estado do Rio Grande do Sul, São Paulo e Santa Catarina a situação se mantém, sem alterações nos preços.

No Paraná , na região de Maringá, o cenário é o mesmo encontrado no dia anterior. O preço do comprador varia entre R$ 18,00 e R$ 18,50, enquanto o vendedor pede R$ 19,00. Em Paranaguá, o preço do milho apresenta quedas nesta quarta-feira. Os melhores valores do comprador ficaram na casa dos R$ 19,80, e o vendedor sonha com R$ 21,00. Na região de Cascavel, o preço ofertado pelo comprador tende a cair cada vez mais. Hoje foram vistos preços entre até R$ 17,50. A soja balcão fechou o dia em R$ 16,50. Em Campo Mourão, o preço do disponível fechou em R$ 18,00, enquanto o valor do balcão alcançou apenas R$ 16,00. A mesma situação se vê tanto em Ponta Grossa como em Guarapuava, que fecharam o dia em R$ 19,00 e R$ 18,50, respectivamente.

Em Santa Catarina, não se vê movimentação no mercado do cereal, e há pouca variação nos preços. Na região de Chapecó, o valor continua sendo ofertado entre R$ 21,00 e R$ 22,00. Em Concórdia, o preço da saca fechou o dia em R$ 18,50, e em Campos Novos, o melhor preço encontrado para a comercialização do cereal ainda é de R$ 20,50 pela saca. Em Canoinhas, o preço fechou o dia em R$ 19,50.

No Rio Grande do Sul, o mercado não anda propício para fechar negócios. Muitos compradores não pagam mais de R$ 19,00 pela saca. Em Erechim, o milho fecha em R$ 19,00 pela saca. Na região de Passo Fundo, o valor ofertado permanece em R$ 20,00. Em Porto Alegre, o preço fecha na indicação de R$ 22,00 pela saca do cereal. Pouquíssimos negócios são vistos no estado gaúcho.

No mercado paulista, os preços não mudam, e apenas pequenos volumes são comercializados. O milho continua com a indicação em R$ 19,00 pela saca na região de Sorocabana. Em Mogiana, os compradores pedem R$ 19,00 pela saca. Na capital do estado, a oferta encontra-se na casa dos R$ 21,00, e em Campinas, o dia fecha em R$ 20,50.

Em Mato Grosso o mercado não apresentou novidades, os preços em queda livre travaram as negociações no estado. Em Sorriso, apenas preço de referência de R$ 10,00 para mercado interno, sem negócios reportados. Em Lucas do Rio Verde, o grão para consumo local teve como referência preços ao redor dos R$ 10,80. Em Primavera do Leste, cotações em torno dos R$ 12,80. Em Tangará da Serra, valores próximos dos R$ 11,00, sem negócios reportados.

No Mato Grosso do Sul a quarta-feira foi mais um dia de preços em baixa. Na região norte do estado, cotações de até R$ 16,00 em Chapadão do Sul. Em Campo Grande e Dourados, preços ao redor dos R$ 16,50 para o grão com destino ao mercado interno.

Em Goiás, não houve alterações nos preços praticados no mercado do cereal. Em Rio Verde e Jataí, o produto com destino ao consumo local era cotado a R$ 15,50. Em Itumbiara, as cotações permaneceram próximas dos R$ 16,00.

No estado de Minas Gerais, cerca de 50% dos compradores voltaram ao mercado do milho, mas os preços do vendedor caíram R$ 0,50 daquilo que estava sendo praticado na maioria das regiões. Na região do Triângulo Mineiro, o milho estava sendo comercializado por R$ 17,00, a vista, e R$ 17,50, com 10 a 30 dias para efetuar o pagamento. Alguns lotes rodaram nas regiões de Uberaba, Santa Juliana, Perdizes, Araxá e Ibiá. Em Unaí e Pato de Minas, o valor encontrado também fica na casa dos R$ 17,00, com falta de comprador em ambas as regiões.

Na Bahia, em Luis Eduardo Magalhães, o preço mantém-se em R$ 17,00, porém negócios não foram vistos na região e pouco movimento no mercado.

Colaborou Rodrigo Nunes*

Por Fernanda Giotto Serpa
  
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